| ©
www.maniadecolecionador.com.br |
.............................
|
Criada
por Eugênio Colonnese, Mirza, A Mulher Vampiro,
segundo um texto publicado na edição especial lançado
em finais de 1989 pela Catânia
Editora
Ltda, surgiu de uma idéia em um encontro de amigos. O editor
José Sidekerskis da Editora Jotaesse foi o responsável
pela primeira publicação de Mirza, e o roteiro ficou
por conta de Luis Meri.
Mirza
estreou em 1967 em uma publicação que foi recebida
por uma legião de fãs do seguimento de terror.
Mirela
Zamanova é considerada a diva dos quadrinhos nacionais,
essa beldade é a precursora do gênero. Suas aparições,
desde 1967, acontecem de tempos em tempos.
Os
roteiristas que transformaram a personagem no que ela é
hoje, foram Luis Meri, Osvaldo Talo, Otácilio D'Assunção
(OTA), Sidemar de Castro, Watson Portela e Álvaro de Moya.
Ao
lado detalhe da capa da edição "Os Grandes
Momentos de Mirza" da Catânia Editora Ltda de 1989.
|
|
|
|
|
|
O
álbum da vampira publicado pela Editora Ópera Gráfica
em 2002, é uma edição limitada que contava
com 1.000 ( mil exemplares ) lançados, numerados e autografados
por Colonnese. Os roteiros ficaram a cargo de Oswaldo Talo e Franco
de Rosa.
A
história trágica de Mirela Zamanova.
Mirela
Zamanova foi a sétima filha do Conde Zamanova. A família,
no final do século XIX, vivia na região da Cracóvia
e foi vítima de uma maldição que dizimou todos
os seus membros. Com tudo isso acontecendo, o patriarca da família
se viu endividado e tornou-se uma pessoa depressiva e angustiada.
Acabou cometendo suicídio.
No
decorrer de toda a tragédia, Mirela é atacada, numa
tentativa de estupro pelo próprio cunhado. Indignada e enfurecida,
transforma-se em uma matadora impiedosa e põe fim a vida
do crápula. Furiosa e descontrolada, Mirela acaba matando
também sua irmã Samara.
A
situação da família Zamanova é delicada
e a dívida insustentável. Cobradores e interessados
no que restou dos bens do Conde Zamanova assediavam a linda filha
sobrevivente dessa tragédia e foi um desses cobradores que
Mirela toma por marido, o Conde de Silvunsky.
|
|
Este
mesmo Conde de Silvunsky, após os preparativos legais para
o casamento, acaba sendo morto em plena lua de mel, pelas mãos
de Mirela, sua esposa e atual herdeira.
Dona
de uma fortuna recem conquistada, Mirela parte pelo mundo para viver
suas aventuras, mas agora utilizando um novo nome, Mirza.
Ao
lado de seu fiel criado Broks, "...era aquele velho que
ela havia trazido consigo. Um tipo realmente estranho e pouco cordial:
Broks !!!", embora extremamente dedicado a sua senhora,
a bela Mirza vive a caça das vítimas que ela escolhe
a dedo. Poucas são as ocasiões em que Mirza demonstra
bondade ou humanidade.
Nada
mais resta da doce Mirela, a não ser o corpo sensual e a
beleza, que agora é eterna, assim como a fome de sangue de
Mirza, A Mulher Vampiro.
|
|
 |
|
|
|
No traço de Eugênio Colonnese ao lado, a mansão
que Mirza, A Mulher Vampiro mantem com a fortuna do seu amado marido
rico e recem falecido Conde de Silvunsky.
Um
lugar isolado e protegido da curiosidade humana. Perigoso apenas
aos incautos visitantes que arriscam uma aproximação
que fatalmente lhes causará a morte.
|
|
Texto,
pesquisa e coleção: J.A.O / MDC
|
©
www.maniadecolecionador.com.br
|